Carta para a tvi

Querida tvi

Bi a bossa estoria sobri o pastorinho retiscencias
Eu tambem, sou um pastorinhoo. guardo sempre a minha cabra com muito carinho, vassa sol ou vassa chuva.
e tambem tenhi uma cabronazita.
E gasto muito feno. osdesapois o meu grande sonho era teri um portatel e aminha cabra gostava muito de ver o mar pela primeira vez na tunissia.
apelo a vossa sencibilidade e tambem exceco generosidade e da hp e da ombro e da egencia de viagens que passa o patrocinio no fim dos bossos programas.
intecipadamente já muito feliz com a reportage qe me vão fazer gostaba de agardecer ao bos excelencias.
Os mulheres comprimentos dos meus obrigado

Se quiserem eu vou pá quinta das celeberidades, porque era mais valhia vossa.
E sou muito parecido com o zé maria diz a minha mulher.

beijinhos pa tvi

biba os batanetes e os batene kids

zé pedro!!!! zé pedro!!!! zé pedro!!!! zé pedro!!!!! zé pedro!!!!! zé pedro!!!!! zé pedro!!!!! zé pedro!!!!! zé pedro!!!!! zé pedro!!!!! zé pedro!!!!! zé pedro!!!!! zé pedro!!!!! zé pedro!!!!!

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Um ser de outro mundo
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Uma resposta a Carta para a tvi

  1. paula maria dos santos diz:

    DESABAFO
    Desabafos Olá a todos, venho desabafar convosco, para aliviar e descargar aquilo que me está atravessado na garganta por causa de uma situação que aconteceu comigo há pouco tempo. Acho que fui usada e sinto-me injustiçada e gostava de vos contar como foi. A minha vida não tem sido fácil, esta minha doença e o que passei na vida até hoje dava para escrever um livro. No entanto, tento ser alegre e bem disposta e levar a vida da melhor maneira, um dia de cada vez. Aproveitar as coisas boas da vida dentro das minhas limitações. Até que um dia surgiu a oportunidade de ir para a Cercipom. Aproveitei e fiquei muito feliz por poder sair de casa, aprender e fazer novos amigos. Os primeiros dias não foram fáceis tive de me adaptar, sobretudo por causa da minha higiene. A Drª tinha-me dito uma coisa mas depois foi outra, mas com a ajuda da monitora e dos colegas tudo se resolveu facilmente. Aliás fiz lá grandes amizades que espero manter para o resto da vida. Gostei muito, aprendi, senti-me útil vi que era capaz de fazer como os outros, tinha vontade de evoluir e de ser um pouco como as outras pessoas ditas sem deficiência. Acho que saí da casca, libertei-me e tornei-me mais sociável, determinada e a minha auto–estima melhorou, o que foi muito bom para mim, todos ( a minha família e amigos) acharam o mesmo. E por outro lado foi uma forma de aliviar a minha mãe, ela podia passar mais tempo nas suas tarefas, pois sabia que eu estava bem. Portanto fui para a turma dos serviços administrativos da formação profissional da Cercipom, fazia o que os outros formandos faziam também, respeitava as regras e horários, mas como a DRª Preciosa achava que eu não tinha hipótese de arranjar trabalho, não me dava bolsa de formação. Dizia que eu não tinha direito. Mas eu gostava de lá estar, apesar de me sentir triste e discriminada, conteitei-me com essa situação. Obrigaram-me a pagar o seguro e o transporte para estar na cerci, estava como se fosse ilegal porque não fazia parte do CAO nem da formação profissional. Depois como tinham muito trabalho na secretaria e como achavam que eu não ia conseguir emprego em lado nenhum, convidaram-me a ser telefonista da Cercipom, na secretaria. Eu fiquei entusiasmada com o convite porque era prova que confiavam em mim e que podia desempenhar uma profissão. Aceitei, tive de me adaptar não foi fácil para mim mas consegui. Mas ainda assim, mesmo a trabalhar e não como utente, não me deram bolsa de formação, nem honorários, nem salário. Cheguei a falar com a direção mas não fizeram nada por mim. Senti–me traída e injustiçada pois afinal diziam que eu não servia para arranjar emprego, mas servi para ser telefonista da Cerci, fui responsável e cumpridora e fui capaz de ser uma boa telefonista. Porquê esta injustiça comigo? Mais tarde o curso de administrativos fechou e a monitora Isabel foi despedida. Senti que ia perder o meu apoio, pois a minha monitora foi para mim uma amiga que me apoiava e ajudava em tudo o que eu precisava. Então fiquei muito triste e decidi não voltar a cerci, porque sem a Isabel, a Drª disse que não havia nenhuma outra pessoa para me apoiar, que teria de ir à casa de banho nas horas que as outras monitoras fizessem as mudanças de fralda aos meninos e então íam comigo ao wc fazer as minhas necessidades e teria de ser integrada como sendo do CAO, mesmo a trabalhar na Cerci como telefonista e que teria de pagar como os outros utentes do CAO, isto é mais de 80 euros por mês e as minhas refeições. O que não é nada bom para mim, não poder ir fazer as minhas necessidades fisiologias quando o meu corpo sentisse vontade, como a Isabel sempre fez. Logo pensei não estou para me aturar isso, quem faz essas regras não tem sentimentos, não é humano. Isso não é bom para a minha sáude, e não faz sentido nenhum eu ter de pagar para trabalhar na Cerci. Dizem que a Cerci é uma instituição de solidariedade social!!! Pelo que eu vivi lá é tudo menos isso, só vêm os interesses de quem lá trabalha, não penso nos deficientes. É mais importante a imagem da cerci que passa para lá fora do que a forma como tratam os utentes. E agora ultimamente, o que me choca mais, é que com a desculpa que não tinham os emails dos meus antigos colegas, contactaram-me para pedir ajuda para saber os contactos desses antigos formandos. Eu como sou prestativa dei à cerci os emails dessas pessoas. Qual foi o meu espanto quando os meus antigos colegas me disseram que a Drª Preciosa convidou essas pessoas para frequentarem outro curso financiado e a mim não me disse nada, nem me convidou a frequentar o curso. Porquê? Sinto-me muito triste e usada pela Cercipom da forma mais baixa. Não tiveram consideração nenhuma por mim e serviram-se de mim para atingir os seus fins. Onde é que está a solidareidade??? É o meu desabafo, para verem ao ponto em que andam essas instituições feitas para ajudar os deficientes. Ver como fazem tantas injustiças. Onde devia haver humanidade há desumanidade e onde havia de haver amor e amizade há ódio, inveja e intriga. É um pouco como o reflexo da nossa sociedade, em que salve se quem poder e todos os meios, sejam eles baixos ou mesquinhos servem para atingir os objectivos. Mas a vida continua com o tempo as feridas passam, mas EU não esquece o mal que ME fizeram…….

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